(via comecrawling)
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(via secretsofmoon)
Em um ato totalmente inútil (perante ao que realmente queria conseguir), Maria Teresa mudou completamente sua rotina para tentar ser um pouco menos viciada em Ricardo. A relação e os sentimentos eram complicados, na verdade não eram, mas para ser diferente dos demais caras insuportavelmente doces e cruéis, Maria Teresa fantasiava mil peripécias em que seu amado além de viril era bondoso, além de quente amante um fiel amigo, e que enfim tinha encontrado seu cara metade. Maria Teresa era mulher de carne, osso, tpm, complicação, detalhes e perigosamente criativa em relação aos seus sentimentos. Em sua primeira discussão com Ricardo, a animada moça lhe deu um sorriso lhe pediu festa, aliás, era a primeira discução, melhor rir do que chorar! Então essas suas brigas e festejos se estenderam por mais ou menos um ano. Depois do lixo, viria o luxo. Ela adorava. O tempo foi passando, Ricardo cansando daquela mulher politicamente imperfeita e sem lhe dar muitas explicações, simplesmente a deixou. Assim como quando um brinquedo quebrado é jogado fora. Não, Ricardo não era diferente. Pra Maria Teresa o trágico fim foi show, voltou a comer, voltou a sair com as amigas, voltou a chorar desesperada nos braços da mãe, do amigo, no supermercado, no bar, no meio da musica safada e cheia de gemidos. Tudo era motivo pra desespero. E mais uma vez, Maria Teresa fantasiava que sua dor, por ser sua, era diferente.
(via litera-tua)
(Fonte: pensandopensamentos, via litera-tua)
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(Fonte: wakapict, via prate-acalmar)
(via tuumblr-do-sexo)
(Fonte: deteriorante, via larissam01)
Não sei quantas garrafas de cerveja consumi esperando que as coisas melhorasse.
Não sei quanto vinho e uísque e cerveja, principalmente cerveja consumi depois de rompimentos com mulheres
Esperando o telefone tocar
Esperando o som dos passos, e o telefone nunca toca
Antes que seja tarde demais e os passos nunca chegam
Antes que seja tarde demais.
Quando meu estômago já está saindo pela boca elas chegam frescas como flores de primavera:
“Mas que diabos você está fazendo? vai levar três dias antes que você possa me comer!”
A mulher é durável, vive sete anos e meio a mais que o homem, bebe pouca cerveja porque sabe como ela é ruim para a aparência.
Enquanto enlouquecemos elas saem, dançam e riem com caubóis cheios de tesão.
Bem, há a cerveja, sacos e mais sacos de garrafas vazias de cerveja e quanto você pega uma, as garrafas caem através do fundo úmido do saco de papel rolando, tilinando, cuspindo cinza molhada e cerveja choca, ou então os sacos caem às 4 horas da manhã produzindo o único som em sua vida.
Cerveja, rios e mares de cerveja, cerveja, cerveja, cerveja.
O rádio toca canções de amor enquanto o telefone permanece mudo e as paredes seguem paradas e estáticas, e a cerveja é tudo o que há.